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As empresas devem se posicionar frente a questões sociais?

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Os debates em redes sociais e canais de telecomunicação a respeito de temas que afetam a sociedade, como questões ambientais, racismo, homofobia e outros estão cada vez mais constantes, e as organizações não ficam alheias a tudo isso. Houve um tempo no qual pouquíssimas empresas buscavam se posicionar em diversas causas, ainda que importantes para a sociedade, com o receio de afetar suas receitas, por conta de prejudicar relações com parte de seus stakeholders. Hoje, ainda que muitas pensem parecido, se mantendo neutras frente a essas situações, o cenário é completamente diferente, no qual muitos consumidores buscam por empresas que se posicionam diante dessas questões, ou seja, que se alinhem a seus valores, como mostram pesquisas recentes. Enquanto nem todas se posicionam, preservando a mentalidade de neutralidade, as organizações que se engajam em uma ou mais causas político-sociais têm conquistado novos adeptos, pois como mostra a pesquisa “Global Consumer Pulse”, realizada ano pas...

Crescendo com o Benchmarking

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Uma das melhores maneiras de aprimorar alguma coisa é através da comparação com alguém que já faz bem feito, entre as organizações não poderia ser diferente, por isso, existe o Benchmarking. O que é? O Benchmarking, que vem da palavra de origem inglesa ‘benchmark’, que significa ‘referência’, "é um processo de comparação de produtos, serviços e práticas empresariais, e é um importante instrumento de gestão das empresas. O benchmarking é realizado através de pesquisas para comparar as ações de cada empresa". Como diz o palestrante, consultor, economista e Pós-graduado em Marketing pela FGV, Carlos Hilsdorf, "é uma ferramenta de gestão que consiste na mensuração da performance de uma organização, permitindo que ela compare sua eficiência com a de outras organizações, frequentemente com a empresa líder do segmento ou outro concorrente muito relevante". Como destaca a Endeavor, "é importante ressaltar que não se trata de uma simples imitação, mas da capa...

A Nestlé e a constante busca por embalagens menos agressivas à natureza

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Primeiramente, é necessário que você conheça as quatro principais funções das embalagens, que são: 1. Manter a qualidade do alimento; 2. Proteger de contaminação, garantindo segurança alimentar; 3. Preservar os nutrientes do alimento até o momento do consumo; 4. Promover a distribuição do alimento para locais distantes, garantindo qualidade. Mesmo sendo essencial para a presença de embalagens na maioria dos alimentos, não significa que não hajam alternativas ao modo tradicional. É do conhecimento de muitos que empresas como Natura, Boticário e outras realizam mudanças em sua linha de produção e campanhas visando reduzir a degradação ao meio ambiente. Da mesma forma, a Nestlé, que ficou entre as maiores produtoras de lixo plástico do planeta, nos últimos anos, segundo levantamentos realizados (42 países no ano de 2018 e 51 em 2019) por uma parceria entre o Greenpeace Internacional e o movimento "Break Free From Plastic" (Liberte-se do Plástico), tem realizado dive...

Aplicando Empowerment nas organizações!

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O que é? Para o autor Maximiano, o termo Empowerment pode ser definido como o ato de “atribuir poderes a alguém”, ou seja, como diz Débora Santos, que possui MBA em Gestão de Pessoas, Pós-graduação em Direito do Trabalho e mais de 14 anos de experiência em implantação, reestruturação e administração dos Recursos Humano, é o ato de "transferir poderes de decisão a funcionários individuais e a equipes". Para o autor, palestrante, Pós-Graduado em Marketing pela FGV e profundo pesquisador do Comportamento Humano, Carlos Hilsdorf, "empowerment é uma ação da gestão estratégica que visa o melhor aproveitamento do capital humano nas organizações através da delegação de poder. Devemos entender este poder como sendo o resultado do compartilhamento de informações fundamentais sobre o negócio e seus projetos, da delegação de autonomia para a tomada de decisões, e da participação ativa dos colaboradores na gestão do negócio, assumindo responsabilidades e liderança de forma com...

Precisamos de mais empatia na vida pessoal e profissional

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Violência, corrupção, preconceito de todos os tipos e em todos os lugares (na rua, na faculdade, no trabalho), desigualdade de todas as formas (de raça, classe, gênero), o que há de comum em tudo isso? Esses e muitos outros problemas poderiam ser amenizados/reduzidos se houvesse um maior grau de empatia na sociedade como um todo. Empatia não é somente se colocar no lugar do outro, na situação pela qual outra pessoa está passando, mas, como define o 'Dicio' (Dicionário Online de Português), é a "ação de se colocar no lugar de outra pessoa, buscando agir ou pensar da forma como ela pensaria ou agiria nas mesmas circunstâncias. Aptidão para se identificar com o outro, sentindo o que ele sente, desejando o que ele deseja, aprendendo da maneira como ele aprende etc". Ou seja, não é simplesmente se imaginar vivenciando a situação pela qual outra pessoa está passando, mas sim buscar ver a situação como a outra pessoa vê, pois como todos são seres distintos, possuem prin...

A cultura do Jeitinho Brasileiro

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O brasileiro é conhecido em várias partes do mundo por “dar um jeitinho para tudo”, e isso envolve desde sair de uma situação complicada de uma forma surpreendente, até buscar uma maneira de se sobressair perante os demais, mesmo que não seja justamente. De uma forma ou de outra, podemos dizer que é algo integrante da cultura do país. O psicólogo André Rabelo, que é mestre e doutor na área, diz que “o jeitinho pode ser entendido como um tipo de ação visando obter benefício próprio ou a resolução de um problema prático, fazendo uso de criatividade, cordialidade, engano e outros processos sociais”. Ele cita que, no artigo “Personality and Social Psychology Bulletin”, pesquisadores identificaram três principais dimensões, no jeitinho: a criatividade, a corrupção e a quebra de normas sociais. A primeira dimensão, criatividade, está dentro do “Jeito brasileiro” de ser, que enfrenta as situações com bom humor, afetividade e criatividade, buscando meios de, com o que tem, atingir o...

Utilizando a gamificação corporativa

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Através da Gamificação, por conta de ser algo lúdico, o indivíduo imerge e, com o tempo, esquece que está sendo avaliado, passando a agir mais naturalmente pela vontade de ganhar o jogo Baseado em seus anos como Game Designer e no que estudou de Psicologia, o palestrante e consultor Yu-Kai Chou notou que há dois eixos organizadores da motivação humana: 1. A motivação pode ser aditiva (através de recompensas e sentimentos agradáveis) ou subtrativa (quando há o medo/ansiedade de um resultado ruim); 2. A motivação pode ser extrínseca (através de fatores externos que afetam o indivíduo, como comida, dinheiro e atenção) ou intrínseca (através de aspectos internos de cada um, como autorrealização e auto-estima). A partir desse ponto, Yu-Kai desenvolveu o modelo Octalysis, onde aponta que as táticas de Gamificação se organizam em 8 categorias de campos motivacionais; Mariana Carvalho, do 'InsideSeg', aponta que quando associada às mais de 90 técnicas de games, essa metodolog...